LIVRAI-ME de todo o MAL, AMÉM

LIVRAI-ME de todo o MAL, AMÉM
'Como é estranha a natureza morta dos que não tem dor.'

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Seu coração pode está em pedaços. Mais ele continua batendo. <|3

Não há como negar a sensação da boca seca, dos joelhos frágeis, do friozinho na barriga constante, do brilho dos joelhos e do bater acelerado do coração. Exprimir sentimentos é como saciar a sede, sem medo e de se afogar, não há como se esquivar de qualquer possibilidade que faça o amor acontecer. Não é fácil, mesmo sabendo que um dia ele vá embora e não me leve junto, me deixo levar e me arrastando pelo esforço e boa vontade. Construo uma força maior que eu, torno o medo o chão onde piso delicadamente e sigo a passos gigantescos ao encontro da minha inocência. Deixo os desfeschos nas mãos do tempo que abraça os acontecimentos inesperados sem desmentir a realidade, o amor dá direito ao coração de ser imperfeito e ensina que para alguns defeitos não há correção, apenas aprendizados. O amor e o sofrimento se misturam apesar de serem distintos e um grito se faz ecoar dentro de mim dizendo que me esvaenecer não fa sentido. Quero mais é me agarrar a coragem firme, se cair, levanto, continuo em pé

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